domingo, 26 de junho de 2011

A história da canção "Ging Gang Goolie"

 "Ging Gang Goolie"


Ging Gang Goolie é uma canção conhecida e cantada em todo o mundo, que foi inventada por B.P. por ocasião do primeiro Jamboree Mundial. Esta, foi inventada para que todos pudessem cantá-la, daí não ser escrita em nenhuma língua, o que a torna bastante divertida.
A história por trás desta canção foi criada mais tarde...
Numa escura e longínqua selva Africana existe uma lenda que conta a história do "Fantasma do Grande Elefante Cinzento". Todos os anos após a época das grandes chuvas, o fantasma do elefante surgia da bruma pela madrugada e vagueava pela selva. Quando chegava a uma aldeia parava, levantava a tromba e cheirava... "func"! Depois decidia se atravessava a aldeia ou se a contornava. E, se ele atravessasse a aldeia, significava que o ano ia ser mau, haveria fome, doenças e as colheitas seriam péssimas devido à seca, pestes ou quaisquer outras desgraças; mas se pelo contrário ele contorna-se a aldeia, significava que o ano seria próspero.
A aldeia de Wat-Cha tinha sido atravessada pelo fantasma durante três anos consecutivos e as coisas começavam a ficar realmente más para os habitantes. O chefe da aldeia, Ging-Gang, e o feiticeiro, Sheyla, estavam bastante preocupados, uma vez que o dia do elefante estava de novo a aproximar-se. Juntos decidiram que era preciso fazer alguma coisa para que o fantasma não voltasse a atravessar a aldeia.
Os guerreiros da aldeia, que eram homens grandes como hipopótamos rechonchudos, usavam um escudo e uma lança e decidiram que se iriam colocar no caminho do elefante para o assustarem, fazendo barulho com as suas lanças e escudos. Por sua vez, os discípulos de Sheyla iriam fazer magia para afastar o elefante agitando os seus bastões mágicos. Estes bastões tinham pendurados diversos enfeites e ao abaná-los faziam barulho... shalliwalli, shalliwalli, shalliwalli!

Finalmente o dia da visita do elefante cinzento chegou! Muito cedo, os habitantes levantaram-se e reuniram-se à porta da aldeia. De um lado estava Ging-Gang e os seus guerreiros, do outro estava Sheyla e os seus discípulos. Enquanto esperavam a chegada do fantasma, os guerreiros começaram a cantar baixinho os feitos heróicos do seu chefe... Ging gang goolie, goolie, goolie, goolie, watcha, Ging gang, goo, Ging Gang goo... Os discípulos de Sheyla não quiseram ficar para trás e começaram também a cantar... Heyla, Heyla Sheyla, Heyla sheyla Heyla ho, Heyla, Heyla sheyla, Heyla sheyla Heyla ho... e ao mesmo tempo abanavam os seus bastões... shalliwalli, shalliwalli, shalliwalli.

De repente surgiu da névoa o fantasma do grande elefante cinzento que ouvindo os cantos levantou a tromba e respondeu oompa, oompa, oompa... À medida que o elefante se aproximava, os guerreiros começaram a cantar mais alto e a fazer barulho com as suas lanças a bater nos escudos... Ging gang goolie, goolie, goolie, goolie, watcha, Ging gang, goo, Ging Gang goo... Os discípulos de Sheyla levantaram-se e começaram a sua magia... Heyla, Heyla sheyla, Heyla sheyla Heyla ho, Heyla, Heyla sheyla, Heyla sheyla Heyla ho... e ao mesmo tempo abanavam os seus bastões... shalliwalli, shalliwalli, shalliwalli.
Impressionado com tanto barulho o elefante começou a dar a volta a aldeia continuando a berrar... oompa, oompa, oompa...
Houve grande alegria entre os habitantes e todos juntos começaram a cantar... Ging gang, goolie...

Autoria do texto: Dorothy Untershutz, dirigente na cidade de Edmonton, Alberta, no Canadá. Publicado na revista "Leader" com o título "The Great Grey Ghost Elephant", edição de Junho/Julho 1991, página 7.
Ilustrações retiradas da edição de Janeiro 2000 da revista inglesa "Scouting Magazine", num artigo sobre esta mesma história.


Para cantares esta música no teu grupo, secção, agrupamento basta que o dividas em dois grupos: um deles corresponde aos guerreiros de Ging Gang e o outro aos discípulos de Sheyla. Estes devem cantar a sua parte, respectivamente, de forma alternada quando surgir o elefante; o qual é interpretado pelos chefes, que cantam continuamente oompa, oompa, oompa... enquanto se dirigem aos guerreiros e aos discípulos. Posteriormente, o elefante deve desafiar os grupos cantando mais alto, os quais não se devem deixar vencer, começando, também, a cantar cada vez mais alto!

Chapelão Escoteiro

         Chapelão Escoteiro


“Chapéu Scout” – Aliás "Chapéu de Baden-Powell" – ou ainda em linguagem mais corrente "Chapéu de Quatro Saliências" ou ainda... "quatro dobras". Tem como origem e confecção bem conhecida dos ex-Cow-boys, hoje os “cattlemen” (homens do gado), sobre o nome de “Moutain Peak” pela sua semelhança com as montanhas daquele estado americano...
Foi escolhido pelo General R. S. S. Baden Powell para cobrir as cabeças dos garotos reunidos no “Mafeking Cadete Corps” e depois atribuídos aos “South African Constabulary”, ciado igualmente por Baden-Powell e escolhidos por “Southern District Scouts” em 1907.
Contra a vontade das declarações do General Baden-Powell tornado “Chefe Scout”, a forma deste chapéu assemelha-se ao do contingente da New Zelândia, os futuros kiwis da Grande Guerra e do contingente canadense de muito célebre “North-West Mounted Police” (Policia Montada do Canadá) futura R.C.M:P ou Polícia Montada Real do Canadá.
Estas três sábias considerações não impedirão ninguém a reconhecer este elegante CHAPÉU como: O Chapéu Scout.
Para todo o sempre ligado a um MOVIMENTO DE JUVENTUDE MUNDIAL nascido da imaginação de um general um pouco que seja observador e malicioso.



Chapéu chamado de "Lemonsqueezer" (espremedor de limões), adotado em 1911 pelo Batalhão de Infantaria de Wellington. Em 1916 foi adotado pela Força Expedicionária da Nova Zelândia (com uma espécie de turbante em redor da base da copa.

Chapéu característico dos voluntários da Polícia Montada do Canadá

Chapéu usado pelas unidades britânicas durante a Guerra dos Boeres, na África do Sul
(Nota : Este artigo foi redigido em parte por Claude Morin, especialista em uniformes e equipamentos militares, membro da “Sabretache” e antigo Scout.)
TRADUÇÃO de Sousa Costa (Março 2002) – Instrutor-Chefe Grupo 93- S. Jorge Agrupamento 902 – Moreira da Maia. Livro LA MÊMOIRE DU SCOUTISME, dictionnaire des hommes et des idées du Louis V. M. Fontaine – Publications L.F. – June 1995.

A Canhota

                  A Canhota



Durante o Verão de 1946, um jovem da África Ocidental (actual Namíbia) chamado Djabonar veio a Gilwell-Park, ao Campo Escola Internacional.
Esperava ele vir a ser, mais tarde, Comissário Adjunto da Costa do Ouro.
Quando o Chefe do Campo falava acerca da maneira de se cumprimentar com a mão esquerda, Djabonar contou-lhe como, quando da queda de Kumassi, capital de Prempeh, rei do povo Ashanti e seu avô, um dos chefes veio ao encontro de Baden-Powell e estendeu-lhe a mão esquerda. B.P. apresentou-lhe a mão direita, mas o chefe disse:
-"Não! No meu país, ao mais bravo entre os bravos, cumprimenta-se com a mão esquerda".
Entre as numerosas explicações do aperto da mão esquerda dos Escoteiros, não há dúvida de que esta narração seja a da sua origem.
Quando da minha estadia em África, em Fevereiro/Março de 1947, encontrei-me com Prempeh II, que havia sucedido a seu tio na qualidade de rei dos Ashantis. Ele próprio havia sido Escoteiro e é atualmente Comissário Honorário.
Perguntei-lhe a origem deste cumprimento que os seus compatriotas trocavam com a mão esquerda e relatei-lhe a história que conhecia.
Ele surpreendeu-se que um Europeu a conhecesse e explicou-me que isso era um sinal secreto duma Ordem de Nobreza de raça entre os Ashantis, sendo os seus superiores os mais corajosos e os mais dignos.
Mas este sinal não é limitado aos indígenas Ashantis, porque eu observei este costume, denominado «Owor Ogum». «Owor Ogun» é o deus dos guerreiros e dos caçadores, e, não há muito tempo, quando o Sr. Blair, Administrador Territorial em Ibadam, regressava duma caçada ao leopardo, encontrou um velho caçador que o saudou dizendo «Owor Ogun» e apresentando-lhe a mão esquerda, querendo significar, desse modo, que o Sr. Blair era um caçador de valor e digno de tomar lugar entre os grandes caçadores.
Em Ife, também o cumprimento com a mão esquerda é dado pelo «Oni» - Chefe Supremo - aos seus sub-Chefes.
Há provavelmente muitos outros exemplos deste costume entre os nativos da África Ocidental, mas é curioso que, se para os maometanos a mão esquerda é impura, ela é, em todas as tribos da África Ocidental, um sinal de honra entre os homens de honra, fato que não foi conhecido senão muitos anos mais tarde e depois duma guerra em que, por toda a parte, os Escoteiros se revelaram «os mais bravos entre os bravos» e dignos de figurar entre os homens de honra de todos os países.

ORAÇÃO DO ESCOTEIRO

ORAÇÃO DO ESCOTEIRO
 
Senhor, ensina-me a ser generoso,
A servir-te como mereces,
A dar sem medir,
A lutar sem medo de ser ferido,
A trabalhar sem descanso,
E a não esperar outra recompensa,
Se não a de saber que faço a tua vontade,

Vera Barclay: A primeira Akelá

Vera Barclay: A primeira Akelá


Na edição original do livro "Escotismo para Rapazes", Baden Powell não fixou um limite de idade mínima, nem máxima para o ingresso do menino no Movimento Escoteiro. Como conseqüência disso as tropas tinham meninos cujas idades variavam entre 9 a 18 anos.
As coisas, no entanto, não eram tão simples assim! Imediatamente levantaram-se agudas e persistentes vozes dos meninos que eram muito pequenos para serem escoteiros, irmãos menores, que não estavam na faixa etária da "diversão" organizada no princípio do século, queriam entrar na brincadeira e não podiam esperar mais.
Os "pequenos" foram tão persistentes, intrometendo-se nas reuniões de Tropa e iniciaram alguns ensaios por volta de 1909.
Os primeiros esforços de trabalhar com meninos menores não obtiveram sucesso. Alguns escoteiros sentiram em receber estas crianças como "Junior Scouts", mas os resultados foram desastrosos. A tropa desestruturou-se, os mais velhos não desejavam misturar-se com os pequenos e estes não conseguiram acompanhar as vigorosas atividades feitas pelos escoteiros.
Tomar providências para que o que mais tarde foi chamado "Junior Scouts" (Escoteiros Junior), foi uma tarefa muito árdua para Baden Powell, pois embora ele estivessem receptivo à idéia, teve que tomar precauções para evitar a impressão que seu Movimento estava criando um jardim de infância para escoteiros.
 Baden Powell não teve tempo suficiente para escrever o Manual do Lobinho durante a Primeira Guerra Mundial, porém, anunciou que o faria pouco tempo depois.
Com a erupção da guerra, as mulheres tomaram os lugares antes ocupados pelos jovens, que haviam respondido aos apelos do exército. Assim, foi permitido o ingresso de senhoras e senhoritas no Movimento, estas estavam encantadas com a idéia de que pudessem adestrar os pequenos. Suas idéias foram de grande valia na elucidação de problemas especiais que surgiam no adestramento dos pequenos. E nesta leva feminina que surge o braço direito do Fundador, no ramo lobinho: a Srta. Vera Barclay.
O seu encontro com o Fundador deu-se no dia 16 de junho de 1916 em uma conferência em Londres, onde Chefes de Lobinhos reuniram-se para reivindicar o esperado Manual do Lobinho, que contivesse um esquema específico para o ramo.
Vera Barclay não compareceu a conferência movida pelos seus objetivos uma vez que lobinhos não lhe interessavam, sua fixação eram os escoteiros. Porém, havia recebido um convite especial de B.P. que queria conversar com ela.
O objetivo de B.P. era contratá-la para juntar-se a equipe do Headquarters e trabalhar no projeto dos lobinhos. A idéia não a entusiasmou muito uma vez que lobinhos não eram o seu trabalho, e fechar-se em um escritório em Londres não estava em seus planos.
Em sua atuação com escoteiros nas áreas carentes de Londres recebeu de companheiros mais formais a crítica de que os rapazes não atendiam perfeitamente a todos os aspectos da Lei Escoteira. Deu , então, uma resposta que se tornou famosa: "O que interessa é, que pelo escotismo, os rapazes se tornem melhores!".
No entanto, em virtude de um joelho machucado, estava afastada de suas funções de enfermeira no "Netley Red Cross Hospital" e além do mais, como admitiu posteriormente, era um grande serviço para o escotismo isolar os meninos pequenos e seus persistentes chefes dentro de suas próprias competências.
Não demorou muito, porém, e os lobinhos conquistaram completamente a sua simpatia, instalando-se definitivamente dentro de seu coração, de forma que a fizesse fazer de tudo para que eles fossem aceitos na fraternidade escoteira, pleiteando junto ao Headquarters tudo o que eles queriam.
Ela dedicou-se com entusiasmo na organização do Manual do Lobinho, intercalando ao famoso manuscrito de B.P. recortes, seus desenhos feitos a pena e bilhetes que encontrava jogados sobre sua mesa, contendo novas idéias de B.P. muitas vezes anotadas em papéis de suas lâminas de barbear. O Manual ficou também enriquecido com suas próprias opiniões acerca das insígnias e especialidades que constituiriam a parte II do Manual.
O Manual do Lobinho está impregnado de suas influências, feitas com entusiasmo e imaginação e, principalmente de um grande conhecimento da natureza de meninos pequenos. Ela via claramente a necessidade de conservar a essência, tanto quanto o método de treinamento, o tão distinto quanto possível daqueles do escoteiro.
Esta posição futuramente influiu fortemente para a sua indicação como Comissária do Quartel General para Lobinhos, posto que ela manteve até 1927.
Porém, o que veio responder a procura de Baden Powell por algo atraente, especial, capaz de sustentar a fantasia e contribuir com a formação da criança foi o Livro da Jângal, cuja adoção revolucionou completamente o esquema.

SINAIS DE PISTA




 Sinais de Pista 
Os sinais de Pista, servem para orientação durante um percurso, já feito por uma outra pessoa.
 É uma boa atividade de observação. Primeiro você deve aprender os sinais de pista, que os Escoteiros usam para se comunicar nas trilhas da floresta e nos campos. Alguns são idênticos aos usados no passado pelos aventureiros, indígenas e exploradores.
Nas estradas, nos campos e no mato encontramos sinais deixados no chão, nas árvores e nos rios, por animais ou pessoas. A essas pegadas, quando tomadas numa direção e com um fim, é que denominamos "pista". Seguir uma pista exige observações que pões em jogo a acuidade dos sentidos e o vigor da inteligência. Quem se dedica a essa atividade adquire conhecimentos muito úteis e elevado grau de percepção das coisas.
Naturalmente que seguir uma pista real para a descoberta de um animal ou pessoa, demanda oportunidades e interesses que muitas vezes nos escapam. Por isso é que os Escoteiros iniciam o aprendizado utilizando sinais convencionais próprios, colocados em pontos que facilitam a observação.
O aprendizado na pista feito teoricamente, na sede, não pode Ter significado, pois o objetivo é habituar o Escoteiro com as observações naturais. São assim, criadas oportunidades para a aquisição do conhecimento, objetivando a acuidade dos sentidos e o jogo do raciocínio. Uma história inventada durante uma excursão, a procura de um elemento fugido do acampamento, são situações que podem parecer reais.
No aprendizado dos sinais convencionais você deverá observar o seguinte:

a)     Os sinais são feitos à direita dos caminhos;
b)     Os sinais devem ser visíveis;
c)      Quando venta não podem ser utilizados papéis ou folhas;
d)     Os sinais não devem ser traçados a mais de um metro de altura do solo;
e)     Nos cruzamentos de estradas deve sempre ser colocado o "caminho a evitar" nas que não vão ser utilizadas;
f)        Nos lugares de movimento devem ser feitos muitos sinais;
g)     Os sinais devem ser traçados obedecendo as condições do terreno: em terrenos difíceis, de 2 em 2 metros, nas rochas, de 5 em 5, nas matas, de 20 em 20, nos campos, de 30 em 30 metros.
h)      Nos casos de interesse geral não empregar sinais convencionais limitados à patrulha, e sim os adotados geralmente.
Vários são os sinais empregados em nossas atividades. Outros podem ser convencionados pela patrulha. Nos desenhos apresentados damos indicações dos principais. Nas indicações de horas, muitas vezes necessárias, como "espere-me aqui às 15horas", devem, os Escoteiros, colocar do lado do nascente um círculo indicando o sol, para o cálculo das horas.
            O sinal de "perigo" deve ser colocado onde quer que exista algum, sobretudo onde há "caminho a evitar'.
            A pista sempre tem um começo e um final marcados com sinais característicos. Se você perder a pista volte até o último sinal que achou e procure com atenção nas proximidades até achar o próximo. Ande devagar e com os olhos bem atentos.


Recorde os sinais mais uma vez:



CANÇÕES ESCOTEIRAS


Canção da Promessa 

1. Prometo neste dia, cumprir a lei sou teu escoteiro, Senhor e Rei.
Refrão: Eu te amarei pra sempre, cada vez mais. Senhor minha promessa, protegerás.

2. Da fé eu sinto orgulho, quero viver tal como ensinastes, até morrer.
Refrão

3. Com alma apaixonada, servi-lo-ei. A minha Pátria amada, fiel serei.
Refrão

4. A promessa que um dia fiz junto a ti para toda a vida a prometi.
Refrão



  A Árvore Da Montanha

A Árvore da Montanha

A arvore da montanha
Ole-li aio (bis)
Esta árvore tinha um galho O que galho, belo galho.
Ai, ai, ai que amor de galho.
E o galho da árvore.


A arvore da montanha
Ole-li aio (bis)
Este galho tinha um broto O que broto, belo broto.
Ai, ai, ai que amor de broto.
E o broto do galho E o galho da árvore.

A arvore da montanha
Ole-li aio (bis)...

Este broto tinha uma folha.
E esta folha tinha um ninho.
E este ninho tinha um ovo.
E este ovo tinha uma ave.
E esta ave tinha uma pluma.
E esta pluma tinha um índio.
E este índio tinha um arco.
E este arco tinha uma flexa.
Esta flexa foi na árvore O que árvore, bela árvore.
Ai, ai, ai que amor de árvore.
E a árvore da montanha
Ole-li-aio (bis)

Acorda Escoteiro

acorda escoteiro que o galo já cantou
o galo já cantou..
o galo já cantou...
co-co-ro-có....

Acorda escoteiro que a vaca já mugiu
a vaca já mugiu
a vaca já mugiu...
monnnn....

e assim por diante...


Alabum

Alabum

Alabum, ticabum
Alabum, ticabum
Alabum, ticauaca,
ticauaca, ticabum

Ahã
Oh yes
Mais uma vez...

(bem alto, bem baixo, bem fino,etc.)


Canção Da Despedida

Canção da Despedida

1. Por que perder as esperanças
De nos tornar a ver?
Por que perder as esperanças
Se há tanto querer?

Refrão:
Não é mais que um até logo
Não é mais que um breve adeus
Bem cedo junto ao fogo Tornaremos a nos ver

2. Com nossas mãos entrelaçadas
Ao redor do calor
Formemos esta noite
Um círculo de amor

Refrão

3. Pois o Senhor que nos protege
E nos vai abençoar
Um dia certamente
Vai de novo nos juntar

Em Silêncio Acampamento
informe o(s) compositor(es)

Em Silêncio Acampamento,
Este canto vinde ouvir,
São fagulhas da fogueira que nos dizem
Escoteiros a Servir...

No Brasil Não Tem.

No Brasil não tem, no Brasil não tem,
Pano mais bonito, que eu mais queira bem. (2x)

No Brasil tem muita mina, cada mina é um tesouro,
E é por isso que a Bandeira tem metade cor de ouro.

No Brasil não tem, no Brasil não tem,
Pano mais bonito, que eu mais queira bem. (2x)

A Bandeira Brasileira tem no meio um céu pintado,
Tem um céu com muita estrela, cada estrela é um Estado.

No Brasil não tem, no Brasil não tem,
Pano mais bonito, que eu mais queira bem. (2x)

Quando há festa, em cada mastro bate o sol numa bandeira,
Fico todo satisfeito quando vejo a brasileira!

No Brasil não tem, no Brasil não tem,
Pano mais bonito, que eu mais queira bem. (2x)


Andar de Trem

Andar de trem
é muito legal.
Se puxam o cordão,
e se param o trem,
o Condutor
logo virá
e lhe jogará
pra fora do trem.

(Repetem-se várias vezes, alterando-se o sotaque de cada vez)

Melhores momentos do escotismo

Vamos compartilhar aqui um e-mail enviado pelo sênior Athos, sobre os melhores momentos do escotismo na visão dos jovens.
  • Sua promessa;
  • Obter a sua insígnia máxima;
  • Cantar em uma fogueira;
  • Portar com muito orgulho o seu uniforme, e sobretudo o seu lenço;escotismo_100a
  • Fazer atividade debaixo de chuva;
  • Montar acampamento depois de uma longa caminhada;
  • Fazer amigos;
  • Poder ajudar a todos, estando Sempre Alerta;
  • Contar piadas, mesmo que já tenham sido contadas em diversos outros acampamentos;
  • Deitar ao chão para apreciar as estrelas;
  • Levar um amigo para ser escoteiro;
  • Contar histórias nas noites de atividade;
  • Rir de seus próprios tombos e escorregões na lama;
  • Ensinar algo aos escoteiros menores;
  • Fazer bons trabalhos e estar satisfeito;
  • Cantar com braços entrelaçados ao final de grande eventos;
  • Aproveitar o aniversário do seu Grupo como se fosse o seu próprio;
  • Tomar um longo banho ao retornar de um acampamento;
  • Saber o que fazer para socorrer quem necessita;
  • Esquentar-se com os companheiros quando faz frio nas atividades;
  • Escutar o eco do nosso Sempre Alerta!;
  • Reconhecer a obra de Deus convivendo na natureza;
  • Sentir que não está sozinho;
  • Saber bem o que significa: “Irmão Escoteiro”;
  • Não ter vergonha em chorar nas cerimônias;
  • Dar o grito de sua patrulha;
  • Compartilhar o que você tem;
  • Saber como encontrar o caminho;
  • Ver que seu velho uniforme já não lha cabe muito bem;
  • Comer salsichas com macarrão por anos como menu principal (nem tanto,rs);
  • Servir sem esperar retorno;
  • Pensar que envelhecerá e seguirá sendo escoteiro;
  • Ter amigos de lugares muito distantes, e ainda que saiba que nunca poderá encontrá-los novamente, lembrar deles com muito carinho;
  • Relembrar de um último abraço como o primeiro de uma grande amizade;
Qual o melhor momento no escotismo, na sua opinião? Comente.

Nova FAP - Ficha de Acompanhamento de Processo e o Checklist para processos de Lis de Ouro


Distintivo Lis de Ouro
Caros Escotistas,
 
Vocês podem baixar a planilha eletrônica contendo aFAP - Ficha de Acompanhamento de Processo e o Checklist para processos de Lis de Ouroclick aquiComo demonstramos no ERERE, ela é bem fácil de usar e ficará disponibilizada no blog do ramo escoteiro.
 
Aqueles que quiserem aprimorar a planilha podem fazê-lo e enviar-nos. Pedimos apenas que ela seja fácil de utilizar sem a necessidade de outras ferramentas. Se puderem, documentem as mudanças que foram feitas para que possamos entender. À medida que os aperfeiçoamentos forem incorporados, a data da vigência da planilha, no canto superior direito da aba de "Checklist"  será alterada, e esta planilha aperfeiçoada substituirá a anterior no blog.
 
Aproveitem para esclarecer todas as suas dúvidas a respeito dos processos de 

Lis de Ouro, postando suas questões no blog.
 
O nosso e-mail, tanto para quem desejar enviar aperfeiçoamentos do Checklist como para quem tiver alguma dúvida é: ramoescoteiro.sp@gmail.com
 
Divulguem aos que não puderam comparecer ao 
ERERE, e façam bom proveito!!

Insignia Mundial de Meio Ambiente


CAROS ESCOTISTAS,
 
Chegou a IMMAInsignia Mundial de Meio Ambiente. Ela veio para substituir a IMC - Insignia Mundial de Conservacionismo.
 
Fiquem atentos às seguintes datas:
 
01/05/2011 -  Entrada em vigor. Como podem ver, ela já está vigorando. Então, os grupos que desejarem, já podem fazer sua migração.
 
31/12/2011 -  Prazo para conclusão dos processos já iniciados de conquista da IMC. A partir desta data, todos passam a trabalhar com a IMMA.
 
30/04/2012 -  Prazo final para utilização da IMC como pré-requisito na conquista de distintivos especiais. A partir desta data, a IMC não é mais aceita nos processos de Cruzeiro do Sul, Lis de Ouro e Escoteiro da Pátria.
 
A nova IMMA é específica para cada ramo. Significa que em cada ramo, o jovem a conquista novamente, se for de seu interesse. Portanto, o jovem que deseja a conquista dos distintivos de Cruzeiro do Sul, Lis de Ouro e Escoteiro da Pátria deve conquistar a IMMA do seu ramo.
 
Ela não é uma revisão da IMC. Está totalmente renovada, com conteúdo atualizado, com novo enfoque, e com novo formato para sua conquista. Leia o novo guia, já a disposição, e discuta no seu Grupo a mudança para a IMMA.
 
 
Vale a pena!!!